terça-feira, dezembro 25, 2007

RESOLUÇÕES PARA 2008

Uma grande amiga, que para a minha felicidade vem para o Rio me fazer companhia neste réveillon, me disse em minha última visita a Sampa que resoluções para o ano seguinte deveriam começar a ser realizadas antes do ano terminar. Faz sentido, muito embora eu não saiba explicar o porquê. E eu ouvi isso no dia 30/11.

Pensam que me esqueci de tudo o que prometi escrever aqui e ainda não cumpri? Que nada, a culpa queima dentro de mim, mas, seguindo o que diz minha amiga Li, antes do Ano-Novo cumprirei escrever sobre um dos seguintes assuntos:

a) dirigir nos EUA;
b) Virgin Festival, turnê do 311, Beastie Boys e outros relatos da viagem;
c) show do Battles em Sampa;
d) texto que seria o de 22/11 (sobre filtros de spam e auras);
e) a continuação de "And They Took Me For Dead..."

O resto, para 2008.

Um ano, espero, em que as pessoas me excluam de fofocas ridículas, delírios megalômanos e mentiras sórdidas. Ah, e que morram no instante em que resolverem não cumpri-lo.

Byron

P.S.: É sério que alguém considera o Orkut como um simulacro de vida real? Tipo, te odeio, logo, vou te excluir do meu Orkut para ratificar o meu ódio? Ha!

sexta-feira, dezembro 21, 2007

WHY SO SERIOUS?

Eu tô começando a ficar com medo de pessoas, sabe? Justamente quando chega a época de Natal e você percebe que não sente falta alguma de ninguém da sua família e se acha um freak perturbado por pensar assim, vem um bando de gente esquisita fazer contato, quase como se sentisse o quociente de freakness saindo pelos seus poros. E então outros não-freaks (ou não aparentemente) te confrontam com uma realidade que não é a sua, que te coloca contra a parede ou te faz questionar o que você acredita ser real e verdadeiro e ao invés de descartar tudo como uma grande bobagem/mentira/fofoca/intriga, você efetivamente pára e pensa. E nasce a dúvida.

Eu queria ser onisciente, mesmo que fosse pra saber quem fala mal de mim ou inventa coisas a meu respeito. Mas queria mais ainda conseguir fazer as pessoas acreditarem que eu só falo mal de alguém se eu concretamente tiver algo de mau pra falar.

Talvez seja só a antecipação do sono. São 4:58. Acordo para trabalhar em exatamente duas horas e trinta e dois minutos. Desculpa, blog, mas eu não tinha ninguém com quem desabafar a essa hora.
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