terça-feira, outubro 30, 2007

TIM PLUS

Partindo pra Curitiba amanhã, conferir o que não vi na edição carioca do Tim Festival. Munido de laptop, atualizarei esta joça com notícias sobre os shows, não em tempo real, óbvio, mas aguardem.

Hoje não tem sampler, tô sem saco. Só uma reclamação: Porra, não fumo, não uso drogas, bebo cada vez menos, meu único vício (café) tem que ser controlado pra não furar meu estômago e ainda me vem uma pesquisa dessas.

Ah, não fode, se eu tiver que morrer de câncer por cair sempre de boca no carpete, que assim seja, morro feliz.

segunda-feira, outubro 29, 2007

PARTE IV

Tô gostando disso aqui. E agora, algo mais direto, samplers de músicas que eu adoro (dos anos 90, melhor época do hip-hop, claro). Primeiro ouçam os trechos e tentem adivinhar. Os vídeos seguem logo abaixo, em ordem respectiva:

1) Herbie Hancock - Cantaloupe Island

2) Jeremy Steig - Howling For Judy

3) Lalo Schifrin - Danube Incident

4) Whatnauts - Help Is On The Way

5) Bernard Wright - Spinnin'

6) Tom Scott - Today

7) Gene Chandler - Duke Of Earl + J.R. Walker & The All-Stars - Shotgun

8) Bob & Earl - Harlem Shuffle

9) Leon Haywood - I Want'a Do Something Freaky To You

10) Bob James - Nautilus


VIDEOS:

US3 - CANTALOOP




BEASTIE BOYS - SURE SHOT




PORTISHEAD - SOUR TIMES




DE LA SOUL - RING RING RING (HA HA HEY)




SKEE-LO - I WISH




PETE ROCK & C.L. SMOOTH - THEY REMINISCE OVER YOU (T.R.O.Y.)




CYPRESS HILL - HAND ON THE PUMP




HOUSE OF PAIN - JUMP AROUND




DR. DRE - NUTHIN' BUT A "G" THANG




GHOSTFACE KILLAH - DAYTONA 500




OBS.: "Nautilus", do Bob James, foi sampleada por Deus e o mundo, apenas coloquei o sample mais óbvio (e o meu preferido).

domingo, outubro 28, 2007

PARTE III

O pai:

KRAFTWERK - HOMECOMPUTER




Os filhos:

BECK - GET REAL PAID




MISSY ELLIOTT - LOSE CONTROL




LCD SOUNDSYSTEM - DISCO INFILTRATOR



Bom, a bem da verdade, acho que não existe banda mais sampleada/imitada do que o Kraftwerk. O próprio rap nasceu deles. ;)

sábado, outubro 27, 2007

PARTE II

Mais uma, desta vez da biatch que copiou até o meu melhor apelido:

J. J. FAD - SUPERSONIC




+


AFRO RICAN - GIVE IT ALL YOU GOT




=


FERGIE - FERGALICIOUS



Aliás, essa mesma do Afro Rican tem um sampler que rendeu muita música recente. Mais tarde coloco os filhos desse sampler aqui. ;)

sexta-feira, outubro 26, 2007

SICK

Perdão pelo sumiço, mas eu ando doente desde sexta passada e meu cérebro não tem funcionado muito bem. Hoje ainda tem TIM e tal, só volto ao ritmo na segunda. Até lá, vou postar algumas curiosidades que amantes da música desconhecem, em especial um retrato da "criatividade" dos artistas atuais. Começando:

GARY NUMAN - ARE FRIENDS ELECTRIC?



+

ADINA HOWARD - FREAK LIKE ME



=

RICHARD X - FREAK LIKE ME (FEAT. SUGABABES)



Eu amo o YouTube.

sexta-feira, outubro 19, 2007

NOW, THAT'S A WHOLE NEW LOW

Hoje, quinta (tá, sexta, que seja), 0:40, Teatro Odisséia, show do Matanza bombando.

Eu cantando "Maldito Hippie Sujo". Menina bonitinha ao meu lado cantando também.

Eu: - Adoro essa música, subtexto incluído.
Ela: - Eu também! Muito boa! A banda é foda!
Eu: - É, também acho. Tá meio embolado, as músicas todas emendadas, mas é mesmo pra fã.
Ela: - Pode crer. Você tá sempre aqui?
Eu: - Ha ha ha, essa é nova, hein?!
Ela: - Ha ha, juro que não foi intenção, era só pra saber se você já viu outros shows aqui. Nunca tinha vindo.
Eu: - Sim, desde que o Edinho começou a festa aqui, tenho vindo sempre que posso, quase todas as quintas. Também já tinha visto o Matanza aqui mesmo no ano passado.
Ela: - Que legal! ah, você é fiel então.
Eu (cheio de más intenções): - Ah, sim, sou sempre fiel quando quero.
Ela: - Ha ha, tô falando da banda.
Eu (insistente): - Eu também, mas a fidelidade serve pra todas as ocasiões.
Ela: - Ha ha, então tá.
Eu (mil roteiros na cabeça): - Bom, nem posso mais perguntar se você vem sempre aqui, já sei a resposta. Vou direto pra próxima pergunta, que seria "Você tá sozinha?"
Ela: - Tô com uma amiga, que tá ali na frente com o namorado.
Eu: - Hmmmm...
Ela: - Mas, nesse sentido que você diz, sim, estou sozinha...
Eu (cabeça de lobo crescendo): - Interessante.
Ela: - Ou melhor, nem estou, ha ha ha.
Eu: - Juro que não entendi.
Ela: - Tem mais alguém aqui comigo - diz, levantando a camisa larga e mostrando a barriga de grávida.
Eu: - ...
Ela: - Cinco meses.
Eu: - ...

Eu juro pra vocês, quando "sem noção" deixa de ser volitivo para ser inerente, algo está errado.

quinta-feira, outubro 18, 2007

COMANDO DA MADRUGADA

Vem comigo.



6) K-VILLE
- Este é o apelido que recebeu New Orleans após o Katrina. A série, ambientada na cidade em fase (lenta) de reconstrução, mostra o cotidiano de dois policiais, Marlin Boulet, que teve seu último parceiro desertando-o durante o resgate às vítimas do furacão, e Trevor Cobb, ex-soldado com um passado escuso que tenta redimir através de trabalho e dedicação. Juntos, ambos tentam combater o crime cada vez maior na cidade arrasada, com uma força policial cheia de baixas e deserções. O motivo para ter me atraído é bem óbvio, depois de tudo o que escrevi neste blog, mas o melhor é que não é apenas mais uma série policial, também se destaca pelo enfoque social nas conseqüências do Katrina na vida de quem resolveu ficar ou voltar, as esperanças, decepções e mudanças radicais de vida. Quem também faz papel de polical é Tawny Cypress, que fez a falecida Simone de Heroes.



7) BIONIC WOMAN - Vou confessar: Jaime Sommers, para mim e os de minha geração, era a Lindsay Wagner, com suas roupas setentistas, seu charme loiro e fatal, seus pulos com aquele barulho tosco (nuh-nuh-nuh-nuh-nuh) e as pedras e carros falsos que levantava e arremessava nos vilões. Era linda, porém máscula o suficiente para o papel, que tinha analogia no fodão Steve Austin (Lee Majors), o Homem de 6 Milhões de Dólares. Quando eu vi o primeiro episódio deste remake, com a inglesinha Michelle Ryan no papel, por mais linda e maravilhosa que eu a tenha achado (e continuo querendo de presente de Natal), levantei duas sobrancelhas quanto a ela ter a aparência muito frágil para interpretar a mocinha que sofre um acidente quase fatal e tem seu corpo reconstruído por uma organização secreta, para ser o soldado perfeito. Mas com o passar de 4 episódios, a série engatou e não tenho dúvida de que ela está bem no papel. E aqueles olhos azuis, ai, ai...

OBS.: Atenção para o reaproveitamente de Isaiah Washington, o ex-Dr. Burke de Grey's Anatomy, defenestrado daquela por ter chamado o viadinho do T.R. Knight de viadinho.



8) CHUCK - É, mais um personagem com este nome. Aqui, ele é um über-nerd que trabalha numa loja de eletrônicos reparando computadores, não tem namorada, vida social, e só um amigo quase tão nerd quanto ele. Ok, tudo o que eu disse após "über-nerd" é, obviamente, redundância. Pois bem, certa noite, Chuck recebe um e-mail de um ex-colega de escola, que havia se tornado agente (duplo) da CIA, com toda a base de dados do Intersect, computador que contém todos as informações ultra-secretas do Governo americano codificadas em imagens. Ao abri-lo, as imagens e dados automaticamente ficam gravados no cérebro de Chuck, hipnotizando-o por uma noite inteira e se auto-destruindo logo depois. Na impossibilidade de remover os dados de sua mente, ele tem sua vida controlada por uma linda (e bota linda nisso!!!!!!!!!!!!!) agente da CIA e um agente enfezado da NSA, as duas agências que interagem e disputam o controle das informações e a segurança de Chuck a qualquer custo. Enquanto isso, este os ajuda em missões que vão surgindo a cada episódio, enquanto continua levando sua vidinha meia-boca. O primeiro episódio é meio bobo, mas os outros têm mais ritmo. Até agora me entretém.

Amanhã: as séries bizarras e as reprovadas.

quarta-feira, outubro 17, 2007

COM TINO ANDO

Desculpem, é mais forte do que eu.

Assim como é mais forte o impulso de não ir me deitar mais cedo pra compensar a noita mal-dormida passada, ansioso por ouvir o álbum novo do Nine Black Alps que vazou, "Love/Hate". Duas audições seguidas e comprovo que é mais uma gema de power-pop, com um toque um pouco menor de 90's grunge do que o anterior, o sensacional "Everything Is", do qual já falei aqui. A produção está mais limpa, a voz menos rouca e sobressaindo mais em meio às distorções das guitarras mancunianas (i.e. "de Manchester"). A fúria quase adolescente continua a mesma. De cara já entra na minha lista de melhores de 2007. Maldito público que subestima as melhores bandas. Dá de 10 a 0 naquela tentativa de engrupir fãs disfarçada de benevolência, que recebe o nome de "In Rainbows", novo árghbum do Radiohead. Decepcionante, até o "Hail To The Thief" e o "Eraser" do Thom Yorke eram melhores. Só três músicas se salvam. Preparem-se, quando chegar minha caixa por que paguei 40 libras, vou colocar à venda no Mercado Livre.

Bom, de volta às séries:




3) BACK TO YOU
- Kelsey Grammer ficou famoso no mundo inteiro, ao menos pelos fãs de TV, com o Dr. Frasier, personagem que participou de três séries distintas e que lhe rendeu alguns Emmys. Pois ele está de volta nesta pérola enxuta (menos de meia hora) e engraçadíssima sobre um programa de notícias em Pittsburgh. O âncora Chuck Darling (terceira estréia de série a usar este nome para um personagem-chave), que volta a sua cidade (e emprego) depois de 10 anos, após ter sido demitido de uma major por ter perdido a linha no ar, o que acabou parando no YouTube, tenta recomeçar a carreira, encontrando velhos amigos e rivais, novas figuras, como um diretor puxa-saco e uma garota do tempo ninfomaníaca, e algo a mais de familiar do que esperava. Uma premissa bem básica que rende piadas e situações mil, demonstrando em dois episódios uma equipe de roteiristas afinadíssima. Isso sem falar nos bons atores e no carisma de Grammer. Sério, não dá pra parar de rir. Que venham mais.




4) REAPER - Sam é um jovem de 20 anos que terminou o high school e não entrou para a faculdade. É obrigado a trabalhar numa loja de utilidades, onde enfrenta todas as agruras de uma vida sem sentido, sem futuro aparente e extremamente tediosa. No dia em que faz 21 anos, descobre que seus pais venderam sua alma ao diabo em troca de um favor e agora ele terá que servi-lo como bounty hunter, caçando as almas que escaparam do inferno e devolvendo-as ao seu destino final. Sam tem uma alma condenada diferente pra caçar por episódio, onde conta com a ajuda de seus amigos e um instrumento fornecido pelo capeta, o "veículo" (vessel) com que deve prendê-las, sempre algo inusitado como uma torradeira ou um carrinho de brinquedo. É, parece um pouco com Dead Like Me, mas recheado de ironia slacker e as nuances do cotidiano dos subúrbios americanos que só Kevin Smith sabe fazer bem e com graça. Não é à toa, então, que este é o consultor da série e dirige o primeiro episódio. Mas quem a carrega nas costas é Ray Wise, que parece ter usado o papel de pai demoníaco da Laura Palmer (Twin Peaks) para compor o seu Diabo, cuja mistura de charme, elegância e semblante psicopata faz Jack Nicholson parecer a Mary Poppins. Atenção também para Missy Peregrym, que desertou Heroes (onde fazia a vilã Candice) para viver um papel bem mais meigo aqui, como o interesse amoroso de Sam.



5) JOURNEYMAN - Um prato cheio para aficcionados em viagens pelo tempo, com um quê de "Early Edition", esta é a história de Dan Vasser, jornalista de San Francisco que se vê preso involuntariamente em missões constantes de viagem ao passado, em sua própria cidade, sempre com o intuito de salvar a vida de alguém, direta ou indiretamente, tendo que descobrir por si próprio quem deve seguir e como deve fazê-lo. Após intervir no momento da vida da pessoa pra que foi transportado, volta ao presente, retornando erraticamente ao passado do seu "protegido" até que a missão se conclua. Enquanto isso, precisa convencer a esposa, o filho, o irmão policial e o patrão de que não está enlouquecendo ou usando drogas em seus freqüentes sumiços, que começam com dores fortes de cabeça, onde quer que esteja. No passado, tenta entender ainda o mistério do desaparecimento de sua antiga noiva, que se julgava morta e acaba lhe aparecendo como uma outra (e mais tarimbada) viajante do tempo. Ficou confuso? É assim mesmo. Tente assistir. É cativante.

Por hoje chega, né? Mais amanhã.

terça-feira, outubro 16, 2007

SLEEPLESS

Seria um grande clichê literário (??) começar um texto com "são 4:36 da manhã e...", logo, já que o comecei com "seria um grande clichê...", posso dizer agora: são 4:37 da manhã e não consigo dormir. Poderia culpar a imensa dor muscular em ambas as coxas derivadas provavelmente de contraturas contraídas (aliteração proposital) em uma partida de futebol com a galera da Matriz, novo passatempo das tardes de segunda. Isto porque estou há 4,5 anos sem jogar (sic) bola e há mais de 2 anos sem qualquer exercício físico vertical. Já seria o suficiente pra me impedir de deitar confortavelmente, quanto mais pegar no sono.

Mas não, é outra força que me urge a ficar alerta para contemplar a aurora. Ainda estou tentando descobrir qual é. Na falta de uma resposta melhor, foi Murphy quem controlou minhas sinapses durante a pelada e cortou a comunicação do meu cérebro mandando minhas pernas correrem, o que me derrubou de quatro no campo de grama sintética, de uma forma visualmente patética (eu juro que não estou forçando essas rimas) e assim me prostrou imóvel e insone em frente ao computador para atualizar esta merda. Esta é a minha missão. Prossigamos.

Crises de (ident)idade são úteis no sentido em que a solidão e o isolamento não parecem assim tão odiáveis ou tediosos. Ter mais vontade de ficar em casa do que sair apresenta suas vantagens e, em se tratando de uma pessoa tão ligada a mídias que envolvam música, leitura ou cinema (odeio teatro e poesia) como eu, é o momento perfeito para colocar em dia minhas séries prediletas e suas novas temporadas, como Dexter e Heroes. O problema é que são muitas estréias recentes de séries nos EUA, nenhuma delas ainda passando aqui, o que incita meu gosto pela novidade e atiça a curiosidade. Tirando as duas de cima, então, já notórias o suficiente, eis meu resumo sobre o que vem me prendendo a atenção de dois meses pra cá, obviamente ordenadas por preferência:


1) CALIFORNICATION - Hands down, minha predileta. Os fãs de Arquivo X que me perdoem, mas David Duchovny encontrou no escritor Hank Moody seu personagem perfeito e o melhor papel de sua carreira. Eu encontrei nele quase um alter-ego, ainda mais de uns 3 anos e pouco pra cá. Com um bloqueio criativo após ver seu livro mais recente transformado em um filme baba com Tom Cruise e Katie Holmes, Hank tenta colocar a vida de volta nos trilhos, enquanto lida com sua ex-namorada que está em vias de se casar com outro e por quem ainda é louco e sua filha pré-adolescente. Nesse ínterim, mergulha de cara no hedonismo, com todos os excessos que Los Angeles e seu misto de glamour e decadência lhe oferecem, enquanto come todas as bucetas que lhe atravessam o caminho (o que nunca é um excesso, claro). Diálogos espertos, citações referenciais mil e uma metralhadora giratória que não livra a cara de ninguém. Pena que os episódios de meia hora passem tão rápido.




2) PUSHING DAISIES - Se Californication não tivesse uma atração tão pessoal pra mim, esta com certeza seria a vencedora. Qualquer fã de cinema e das estripulias visuais com toques de comédia e humor negro de Barry Sonnenfeld (Família Addams, Homens de Preto) e mesmo das estranhices de Tim Burton (como em Peixe Grande) vai se deliciar com esta série, que é produzida e dirigida pelo próprio Sonnenfeld e tem como criador Bryan Fuller, que fez sucesso com a série Dead Like Me. Imaginem o seguinte diálogo entre Fuller e um chefão de uma grande rede de TV:

Fuller: - Tenho uma idéia genial para uma série, patrão.

Chefão (altamente desinteressado): - Ahn.

F: - É uma comédia romântica, com toques de humor negro, mas um candor irresistível.

Chefão (pulga atrás da orelha): - Continue.

F: - Seguinte: Acompanhamos o protagonista em sua infância, num episódio em que seu cão é atropelado. Aí ele descobre que tem o poder de ressuscitar os mortos com um só toque. Corta para o seu cotidiano e o vemos ressuscitar uma mosca, enquanto admira a filha do vizinho brincando. Ela é sua paixão platônica. Corta de novo para a cozinha do menino. Sua mãe morre com um aneurisma e ele a ressuscita. Aí o vizinho cai morto depois de um minuto. Mais tarde, sua mãe o beija na cama e cai morta novamente, em definitivo. O menino percebe que se ele ressuscitar alguém por mais de um minuto, outro ser vivo morre. Se ele tocar quem ressuscitou novamente, este volta a morrer. Corta pra 20 anos no futuro, onde o protagonista tem uma loja de tortas e trabalha em conjunto com um detetive particular que descobriu seu segredo. Assim, Ned, o protagonista, ressuscita vítimas de assassinato pra perguntarem quem os matou e pegarem a recompensa. Antes de completar um minuto, toca novamente na vítima pra que ela volte a morrer. Aí acontece de ele encontrar com a sua antiga vizinha, que...

Chefão (incrédulo) - Você tá maluco? Tá fumando crack??? Acha que eu jogo dinheiro pela janela?? Que idéia mais imbecil!!!! Vai pra puta que te pariu e não me apareça mais aqui!!!!

Ainda bem que este diálogo não aconteceu e o projeto recebeu a luz verde. O que se segue (e do qual, acreditem, só contei uma pequena parte) é um caleidoscópio de cores (fortíssimas), estranhezas (muitas) e uma doçura impressionante, apesar do tema bizarro, que me deixou com os olhos cheios d'água e um sorriso no rosto ao final dos dois episódios já colocados no ar. Com um narrador em off, como se fosse uma fábula (é o mesmo cara que lê os audio-books do Harry Potter), a história de Ned e Chuck (Anna Friel, o "zumbi" mais fofo da TV) comove e impressiona por parecer mais coisa de cinema do que de TV. Infelizmente, como o público televisivo é de extremo mau-gosto, acho que este é mais um candidato para virar cult, se durar até o final da temporada. ASSISTAM ONTEM!!!

E... bateu o sono. São 5:28. Amanhã eu continuo a lista. Ironicamente, a próxima é... Back To You.
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